Empresas em crescimento, Parque com fragilidades — AEB identifica prioridades em Sequeira
20 Mai 2025

O Parque Empresarial de Sequeira foi o destino de mais uma visita da Associação Empresarial de Braga / Câmara de Comércio e Indústria, no âmbito do trabalho de proximidade com as empresas e da missão de representar, de forma ativa e construtiva, os seus interesses junto das autoridades locais, regionais e nacionais.
Na passada quinta-feira, a comitiva da AEB, acompanhada por representantes da Junta de Freguesia de Sequeira, percorreu as três fases do parque e visitou duas empresas — Neadvance, onde foi recebida por Teresa Martins, e Fritempo, com acolhimento a cargo de João Oliveira. Ambas são exemplo da vitalidade e capacidade de inovação do tecido empresarial da região.
Apesar do dinamismo que caracteriza muitas das empresas instaladas, a visita voltou a evidenciar um conjunto de limitações estruturais que exigem resposta célere por parte das entidades competentes:
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Falta de sinalética direcional e empresarial, dificultando o acesso e a localização das empresas;
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Ausência de papeleiras, com impacto negativo na limpeza e manutenção do espaço público;
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Degradação dos pavimentos e passeios na fase 1, revelando falta de investimento na conservação;
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Problemas no escoamento das águas pluviais, havendo zonas sem rede visível de drenagem;
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Grave carência de estacionamento na fase 3, num contexto de crescimento do número de colaboradores e maior exigência logística;
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Cobertura limitada de rede móvel, que compromete a conectividade e a eficiência operacional.
“As empresas de Sequeira têm demonstrado um enorme dinamismo e capacidade de crescimento. É inaceitável que esse esforço não seja acompanhado por condições básicas de infraestrutura e manutenção urbana”, afirmou Daniel Vilaça, Presidente da AEB.
A ausência de resposta a problemas recorrentes tem merecido particular atenção por parte da Associação Empresarial de Braga, que continuará a insistir junto das entidades responsáveis para que estas situações deixem de ser adiadas. “Não basta captar empresas para os parques empresariais — é preciso criar condições para que se mantenham e cresçam. Esta é uma responsabilidade coletiva que exige ação concreta e imediata”, reforçou.
A AEB continuará a desempenhar o seu papel enquanto voz ativa da comunidade empresarial, sinalizando os problemas, propondo soluções e defendendo um ecossistema mais competitivo e sustentável para quem investe, cria emprego e contribui para o desenvolvimento económico da região.